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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Como se mede o risco de extinção dos animais?


Como se mede o risco de extinção dos animais?

AS CHAMADAS “listas vermelhas” trazem, periodicamente, as espécies classificadas por seu risco de extinção,
como criticamente ameaçada, ameaçada, vulnerável, quase ameaçada e de menor risco,
além de extintas e aquelas cujos dados são insuficientes.
Não é apenas o número de indivíduos restantes de uma espécie
que diz se ela sofre maior ou menor risco de desaparecer.
Também são avaliadas as características que a tornam mais vulnerável.
Elefantes, por exemplo, têm tempo de gestação de 20 a 22 meses.
Uma baleia fêmea tem, em média, um filhote a cada dois ou três anos.
Uma redução drástica em populações assim - por causas naturais ou provocadas pelo homem – torna difícil a sua recuperação.
O tamanho da área de distribuição da espécie e o ritmo de devastação de um hábitat
também influem na avaliação do grau de risco que uma espécie corre.

Fonte: http://www.forumbiodiversidade.com.br/materias/como-se-mede-o-risco-de-extincao-dos-animais.php

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